PLANO IMPLACÁVEL

Acabar com a farra dos intocáveis

Fazer o dinheiro voltar a valer

Fazer o crime temer a lei

Faz o Z-azul

Um governo que cabe no bolso, enfrenta o crime e devolve ao brasileiro a liberdade para trabalhar, empreender e construir o próprio futuro.

As propostas abaixo apresentam os compromissos do Plano Implacável por área. Abra cada tema para ler o conteúdo completo ou baixe o documento consolidado.

Propostas concretas para os
maiores problemas do país

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Em milhares de ruas brasileiras, quem manda não é a lei. É a facção. Ela cobra taxa do comerciante, controla o gás, a internet e o transporte, decide quem entra e quem sai, e mata quem não obedece. É um governo paralelo que extorque 1 em cada 4 brasileiros. Não há soberania onde quem dá as ordens é o crime.

Por isso vamos retomar esses territórios. As facções serão tratadas como o que são: terroristas. Para elas, pena mínima de 25 anos, sem progressão e sem saidinha. O governo federal vai entrar em campo para expulsar o crime das áreas dominadas, colocando as Forças Armadas, para atuar de forma integrada com as polícias estaduais.

Quem for preso vai para presídio de segurança máxima, em área isolada e com bloqueio de sinal de celular, para não comandar o crime de dentro da cadeia. E o dinheiro que sustenta a facção vai ser rastreado e bloqueado pelo COAF e pela Receita Federal.

Sem território e sem caixa, a facção não se sustenta. E o brasileiro volta a viver em paz.

Hoje o crime compensa. A polícia prende, mas a Justiça solta. Faltam 200 mil vagas no sistema prisional e sobram brechas na lei. Quem cumpre a lei está por conta própria.

Comigo isso acaba. A maioridade penal será reduzida para pelo menos 16 anos. Crime de adulto vai ter pena de adulto.

Também vamos reformar o Código Penal, com penas duras e proporcionais à gravidade dos crimes violentos, hediondos e patrimoniais. Quem for pego em flagrante pela terceira vez fica preso obrigatoriamente, sem poder ser solto na audiência de custódia. Vamos acabar com o regime atual, que deixa o condenado cumprir pena solto na rua, e colocar prisão de verdade no lugar, com liberdade monitorada só no fim da pena. E vamos construir os presídios que faltam.

Prender os bandidos e mantê-los presos. Quem comete crime vai ter medo da cadeia.

No Brasil sempre houve duas leis. Uma para quem trabalha, paga imposto e responde na Justiça. E outra para os intocáveis, que ganham supersalários e, mesmo quando roubam, não dá em nada. O problema do Brasil não é falta de dinheiro, é sobra de ladrão. Comigo isso acaba.

Corrupto vai para cadeia, com pena dura, e não tem moleza enquanto não devolver cada centavo que roubou. O foro privilegiado vai acabar. Político, autoridade, seja quem for, responde na Justiça comum, igual a qualquer brasileiro.

Vamos acabar com a blindagem do STF, com o supersalário e com a mordomia. Se tornar Ministro do Supremo será a coroação de uma carreira irretocável e não mais uma forma de aparelhamento para partidário e amigo: a idade mínima será 60 anos e haverá critérios para a indicação. Ministro não vai mais derrubar uma lei sozinho, e se a maioria do Senado pedir o impeachment de um ministro, o Senado vai ser obrigado a votar.

Chega de gente no governo ganhando acima do que a lei permite, de férias de 60 dias, de avião, carro e cartão oficial usados como se fossem particulares.

A lei tem que valer igual para todo mundo. Sem exceção e sem intocáveis.

O governo brasileiro gasta demais e gasta mal. Gasta mais do que arrecada, se endivida sem parar e em 2025 pagou, pela primeira vez, mais de R$1 trilhão só de juros. Quem paga essa conta é quem trabalha, com mais impostos, juros nas alturas e tudo mais caro no mercado. O governo é rico e o povo é pobre. E não dá para pedir sacrifício ao brasileiro sem o governo cortar na própria carne primeiro.

Em Minas eu fiz isso. Cortei mordomia, enxuguei a máquina, saí do palácio e arrumei as contas. O dinheiro do mineiro voltou a valer. E, se deu certo em Minas, vai dar certo no Brasil.

Vou cortar a gastança que engorda a máquina e não melhora a vida de ninguém. Privatizaremos estatais, faremos a Reforma da Previdência definitiva para colocar as contas em ordem e uma Reforma Administrativa para enxugar ministérios e cargos comissionados. Vamos acabar com as fraudes e o desperdício nos programas sociais, para o dinheiro chegar a quem precisa de verdade. Menos subsídio, menos emenda e mais dinheiro investido onde dá resultado.

Governo que gasta menos derruba os juros. E juros mais baixos significam a prestação do carro e da moto cabendo no bolso, é a empresa voltando a investir e gerando emprego. É o dinheiro do brasileiro voltando a valer.

O brasileiro trabalha muito, mas a lei do trabalho ainda é a de 1943. A reforma de 2017 mexeu numa parte, mas a lógica continua a mesma: rígida para o trabalhador e cara para quem quer contratar. O resultado é que 38 milhões de brasileiros trabalham sem carteira, sem contribuição e sem os direitos de quem é registrado. A lei que prometia proteger é a mesma que empurra o trabalhador para a informalidade.

Comigo isso muda. Vou criar uma alternativa à CLT, em que patrão e empregado combinam juntos como o trabalho funciona. Quem quer trabalhar quatro dias e folgar três, pode. Quem quer contrato por hora, pode. Quem quer receber por semana em vez de esperar o mês inteiro, pode. Quem topa ganhar mais quando produz mais, pode. É a lei se ajustando à vida real de cada um, e não o contrário.

E o motorista e o entregador de aplicativo vão ter a liberdade que o trabalho deles pede. Escolher o horário, escolher em quais aplicativos rodar, sem serem obrigados a virar CLT. Menos amarras para contratar é mais gente com carteira assinada e mais dinheiro no bolso de quem trabalha.

No Brasil não falta talento. O que trava quem produz é o sistema. Produzir aqui custa R$1,7 trilhões a mais por ano do que produzir num país rico. É a regra que muda a cada eleição, o maior juro real do mundo, o imposto que encarece o insumo, o caminhão parado na estrada esburacada, o contêiner que espera semanas no porto. Isso é o Custo Brasil, e comigo ele acaba.

Vamos reduzir os juros por meio de um choque fiscal, simplificar o sistema tributário e baratear e capacitar a mão de obra, aumentando a produtividade do país.

A obra que hoje se arrasta por anos vai ter prazo para sair, e quem travar sem motivo vai ter que responder. É para isso que servem os Projetos de Interesse Nacional. Vamos fazer o maior pacote de concessões e parcerias com a iniciativa privada da história do país, destravando as ferrovias paradas há anos e ampliando portos e hidrovias.

Vou dar segurança para quem investe. Regra clara e técnica, contrato que o governo cumpre até o fim e disputas resolvidas rapidamente, sem parar a obra. E vou trazer o investimento estrangeiro de volta. Conforme reduzirmos o Custo Brasil, será possível abrir a economia e buscar os acordos comerciais que ajudarão a vender produtos brasileiros lá fora.

Produzir no Brasil tem que ser mais barato. É a fábrica voltando a contratar, o salário subindo e o preço parando de pesar na prateleira do mercado.

No Brasil, quem tenta tocar o próprio negócio passa meses atrás de um alvará, se perde no meio de tanto imposto e, quando a fiscalização aparece, é para multar, não para ajudar a acertar. O governo trata quem trabalha como suspeito. Comigo é o contrário.

Abrir empresa vai ser rápido e no mesmo sistema em todo o país, com as prefeituras integradas. Vou levar a Lei da Liberdade Econômica para todos os estados e cidades, com licença automática para atividade de baixo risco, porque quem vai abrir uma loja não pode esperar meses por uma autorização que nunca precisou existir. Fiz isso em Minas, dispensei o alvará de centenas de atividades e criei a aprovação automática, e em 2025 o estado bateu recorde: mais de 100 mil empresas novas em um ano só.

Pagar imposto vai deixar de ser um bicho de sete cabeças. Quem cobra é quem vai fazer a conta. O imposto chega pronto e o empreendedor para de perder tempo e dinheiro com isso. E a fiscalização vai virar orientação, não multa. Quem está começando terá prazo para se adequar antes de ser punido.

Menos governo no caminho, mais gente abrindo negócio, gerando emprego e tocando a vida. O governo existe para ajudar quem trabalha, não para atrapalhar.

O brasileiro trabalha muito, mas a conta não fecha no fim do mês. Viramos um país de endividados: 8 em cada 10 famílias estão devendo, o maior nível já registrado. Quase um terço já está com a conta atrasada.

Tudo caro no mercado, o salário não alcança, e a família é empurrada para o cartão e para o empréstimo. Aí entram os juros, e a bola de neve começa.

Comigo isso muda. Vou cortar o IOF, o imposto que encarece todo empréstimo e que esse governo aumentou. Vou controlar o gasto público, que é o que segura o juro lá em cima. E vou acabar com a enrolação na hora de levar seu empréstimo para o banco que cobra menos. Comigo, se você autorizar, isso vira automático, você compara e muda na hora.

É a parcela cabendo no orçamento, o nome saindo do vermelho e o brasileiro de volta no controle da própria vida.

Desde sempre ouvimos que o Brasil é o país do futuro, mas esse futuro nunca chega. E de novo a oportunidade está batendo na nossa porta. Só em inteligência artificial, as maiores empresas do planeta vão gastar cerca de 750 bilhões de dólares neste ano construindo data centers e infraestrutura. E o Brasil está ficando de fora.

Não é por falta do que oferecer. O Brasil tem de sobra o que esse dinheiro procura: energia barata, limpa e abundante, água e os minerais que o mundo inteiro disputa, das terras raras ao lítio. O problema nunca foi o que o Brasil tem. Foram os políticos que não reconhecem uma oportunidade nem quando ela está na frente deles. Aí o investidor desiste, e o emprego que era para ser nosso nasce em outro país.

Comigo isso muda. Vou receber quem chega com dinheiro para investir como cliente, e não como problema, indo buscar essas empresas lá fora em vez de esperar sentado. Vou dar segurança para quem quer construir aqui e não vou sufocar a inteligência artificial com regulação antes mesmo de ela nascer. E vou fazer o minério sair do chão e virar indústria aqui dentro, em vez de exportar pedra bruta e comprar o produto pronto de volta.

É assim que a nossa energia vira fábrica, o nosso subsolo vira emprego e exportação, e a nossa posição no mapa vira base para lançar foguete e satélite. No fim, é o nosso filho podendo construir o futuro dele sem precisar ir embora do Brasil. O dinheiro do mundo está procurando onde ficar, e ele vai ficar aqui.

O brasileiro paga imposto de país rico e recebe serviço de país pobre. Ele sente isso na merenda da escola, no hospital em que a fila não anda e com o governo pedindo três vezes o mesmo documento. O problema não é falta de dinheiro nem de gente boa trabalhando. É uma máquina que roda para si mesma e não para quem a sustenta. Cobra o carimbo e não o resultado na ponta. No fim, o bom servidor fica travado e ganha igual a quem não faz nada.

Comigo isso muda. Em Minas, fiz o governo trabalhar para quem paga a conta. O mineiro passou a resolver a vida no celular, sem fila e sem sair de casa, da carteira de identidade à transferência do carro. E escolhi quem comanda o governo por competência, não por indicação política. Vou fazer o mesmo no Brasil.

Vou cobrar cada órgão pelo resultado, e o resultado vai definir orçamento e espaço para inovar. Vou medir a entrega de cada servidor, e isso vai valer na carreira e no salário. O bom servidor, que hoje é tratado igual a quem não faz nada, vai ter para onde crescer, ser reconhecido e se desenvolver. Acaba a nota máxima para todo mundo. Quem entrega cresce. Quem não entrega é cobrado e, se não melhorar, vai ser demitido, coisa que hoje é quase impossível.

Você paga caro. Tem direito a um serviço que funcione.

Querem te convencer de que, para proteger a natureza, o Brasil tem que parar de crescer. É mentira. O Brasil alimenta 900 milhões de pessoas no mundo, lidera a exportação de café, soja, milho, açúcar e carne e, mesmo assim, mantém dois terços do território com vegetação nativa. Na indústria, 90% da nossa energia é limpa. Quem produz aqui é quem mais preserva.

O agro é o motor do interior, e comigo vai ser ainda mais forte. Vou liberar tecnologias que o mundo já usa e que ficam travadas aqui pela burocracia; garantir seguro contra a seca; destravar a logística que come o lucro no frete; e proteger a propriedade de quem trabalha. É comida mais barata na mesa e emprego no interior.

A maior floresta e a maior biodiversidade do planeta são um dos nossos maiores trunfos. Nossa natureza guarda remédios e tecnologias que o mundo inteiro procura, e vamos transformar isso em emprego e novos negócios aqui. Também vou conceder parques para o turismo, que gera trabalho na região, e aproveitar que o mundo está disposto a pagar para manter a nossa floresta preservada.

Preservar e crescer nunca foram inimigos. Quem produz no Brasil é quem cuida do Brasil.

Não existe jeito melhor de dar oportunidade a todo brasileiro do que pela educação. É ela que decide se a criança vai poder sonhar mais alto, independentemente de onde veio.

E dói ver que hoje ela não funciona. O Brasil vive um pacto pela mediocridade: faltam vagas na creche, 4 em cada 10 alunos do 2º ano do Fundamental ainda não sabem ler, e menos de 8 em cada 100 jovens terminam o ensino médio sabendo o português e a matemática que deviam.

Comigo isso muda. Vamos implementar um pacto pela excelência, começando a mudar o jogo na primeira infância, garantindo vaga em creche com qualidade de verdade, que cuida e ensina, para toda família que precisar. Vamos seguir as lições dos países que deram certo na educação: formar professores de alto nível, alfabetizar na idade certa, com currículo claro e material didático moderno e monitorar o resultado dos alunos com provas periódicas.

Não vamos abandonar quem já ficou para trás. Uma geração inteira passou pela escola e saiu sem aprender, e cada um é filho de alguém que sonhou com mais. Vou colocar de pé um programa sério de recuperação, que foca primeiro no essencial: ler, escrever e aprender a base da matemática.

E nada disso funciona sem valorizar quem faz acontecer. A escola que avança e o professor que faz o aluno aprender mais têm que ser reconhecidos, e quem dirige a escola precisa estar ali por competência, não por indicação.

Porque no fundo é simples: todo pai e toda mãe querem para o filho uma vida melhor do que a sua, e é a escola que abre essa porta. Comigo, toda criança aprende na hora certa e quem ficou para trás não fica para sempre.

A escola tem que ser uma ponte para vida, não um beco sem saída. Hoje muitos jovens largam o ensino médio porque não veem onde aquilo vai dar, e quem termina sai sem preparo para o trabalho e sem saber o que fazer da vida. Ao mesmo tempo, faltam milhões de profissionais qualificados e vagas boas ficam sobrando por falta de quem ocupe. O jovem procura emprego, a empresa procura trabalhador, e os dois não se encontram.

Em Minas, eu resolvi isso com o Trilhas de Futuro: cursos técnicos gratuitos, em parceria com o setor privado e com o Sistema S. E o que mais importa: oferecidos nas áreas onde existem vagas de trabalho de verdade em cada região, formando o jovem para onde o emprego está.

Vou levar esse modelo para o Brasil inteiro. E vou além. O dinheiro que o governo repassa vai depender de gerar emprego, não de diploma pendurado na parede. Porque não basta formar. Tem que empregar.

O ensino médio tem que ser porta de entrada para o primeiro emprego e para uma vida melhor. Comigo estudo vira trabalho. E trabalho vira futuro.

O Brasil tem gente inteligente e capaz, que estuda e produz ciência. Somos o 13º país que mais produz conhecimento no mundo inteiro. O problema é que somos o 50º em inovação, porque quase nada do que se descobre aqui vira produto, empresa ou emprego. Investimos no ensino superior mais do que muitos países ricos, mais de 15 mil dólares por aluno ao ano, e ainda assim nenhuma universidade nossa está entre as 100 melhores do mundo. Isso acontece porque a política tomou conta das federais. O reitor é escolhido em eleição interna, muitas vezes contaminada pelos partidos políticos e onde pesa mais o grupo político do que a competência para gerir.

Comigo isso muda. O conhecimento vai virar produto, empresa e emprego de qualidade. Vou concentrar o dinheiro da pesquisa em quem produz ciência de ponta, aproximar o pesquisador do mercado e facilitar que empresas montem seus centros de pesquisa dentro das universidades. E vou segurar aqui o talento que a gente forma e hoje vê ir embora.

Junto com isso, dinheiro público vai ter que dar resultado. Todo Reitor de federal será escolhido como é no ITA, por comitês independentes que avaliam a capacidade técnica e de gestão, chega de eleições politizadas. As Universidades com excelência acadêmica, pesquisa de ponta e mais formados empregados, vão receber mais. E vamos formar mais gente nas ciências, tecnologias, engenharias e matemática. Estamos formando pouco justamente onde está o futuro.

No fim, é oportunidade para quem estuda e um país que cresce para quem paga a conta. Comigo o conhecimento do brasileiro vira riqueza para o Brasil.

O SUS é a única opção de atendimento para 3 em cada 4 brasileiros, mas o desperdício de recursos e a falta de organização fazem as pessoas esperarem meses, até anos, em filas para consultas, exames e cirurgias. Nesse tempo, a doença que tinha tratamento simples vira caso grave.

Comigo, isso acaba. Vamos cuidar dos brasileiros antes de as doenças aparecerem, monitorar continuamente quem tem doenças crônicas e atender rápido quem precisa, para cuidar de cada vida.

O SUS vai usar tecnologia e ganhar eficiência para não deixar os brasileiros sofrendo em filas que não precisavam existir. Vamos usar telemedicina em peso, para chegar aos brasileiros em cada canto do país. Vamos usar a capacidade ociosa de hospitais e clínicas privados para acelerar os atendimentos e reduzir as filas. E vamos reunir o histórico de cada paciente em um prontuário eletrônico, para o SUS conhecer as necessidades dos cidadãos e parar de repetir exame sem necessidade.

O SUS é do brasileiro e vai continuar sendo. Só que agora ele vai ser eficiente e digital.

Ninguém sonha em viver de programa social para sempre. O que o brasileiro quer é trabalho e renda para se sustentar com o próprio esforço. Mas hoje quem entra não sai: o dinheiro cai todo mês, e a porta para o emprego continua fechada.

Comigo isso muda. Vou criar as Casas da Cidadania, onde cada família monta um plano para dar a volta por cima, com curso, encaminhamento para vagas de emprego, suporte ao empreendedorismo e o apoio que ela precisar. Quem sair do Bolsa Família vai receber um prêmio de R$5 mil. Conseguir renda tem que ser uma conquista e não um risco de ficar sem nada.

O adulto com saúde, que não tem criança pequena nem idoso em casa para cuidar, segue recebendo enquanto procura emprego, termina os estudos ou faz um curso. Se estiver preparado para trabalhar, vamos fazer as oportunidades chegarem, mas quem recusar mais de uma vez uma vaga de carteira assinada, sem motivo nenhum vai perder o benefício. Vamos abrir a porta e quem está do outro lado faz a sua parte.

Bolsa Família tem que ser a porta de entrada para o emprego, não o fim da linha.

Liberdade de expressão não se negocia. Mas a esquerda quer regular as redes e decidir o que o brasileiro pode dizer na internet. Dão o nome bonito de combate à desinformação. Na prática, é censura.

Para quem comete crimes, já existe lei e justiça. O que a esquerda quer é poder sobre o que você pensa e fala. Uma coisa é punir quem comete crime. Outra é escolher qual ideia pode existir.

Sua opinião não é caso de polícia. Vou tirar injúria e difamação do crime e levar para esfera cível, onde quem for ofendido continua tendo reparação sem ninguém virar réu por causa do que pensa. Vou tratar como abuso de autoridade a censura que vier do governo, inclusive contra o jornalista. E vai acabar a derrubada de perfil por opinião, quem se sentir atingido tem direito à resposta e à indenização, não a apagar o outro da internet.

A mesma regra vale para a fé. O Governo não deve impor uma religião, nem perseguir. Todo brasileiro tem o direito de crer e de viver sua fé em paz.

Num país livre, quem discorda responde com argumento. Não com processo.

A mulher brasileira é protagonista. Trabalha dentro e fora de casa, cuida da família e ainda faz o dinheiro do mês render. Ela não pede favor. Pede um país que funcione. E é esse país que eu vou construir, para ela ir mais longe.

E não é conversa. No meu governo, mulher assumiu o comando da Polícia Civil e, pela primeira vez em 113 anos, do Corpo de Bombeiros. Mais de 40% da liderança era de mulheres. Não por cota, por competência.

A mulher é dona do seu futuro. Quer prosperar, mas esbarra no juro, no imposto e na burocracia que sufocam quem tenta abrir um negócio ou chegar ao fim do mês sem aperto. Vou botar as contas em ordem pra sobrar no bolso das famílias. E vou ampliar a creche e a escola em tempo integral, pra ela trabalhar tranquila e o filho crescer aprendendo.

Nenhuma mulher pode mais viver com medo. Medo do agressor que mora dentro de casa ou cruza com ela na rua e, mesmo quando é pego, sai rápido. Medo de ver o tráfico levar o filho. Vou acabar com o prende e solta, monitorar o agressor, endurecer a pena de quem bate em mulher e fazer a delegacia da mulher atender de verdade, como já faz a Casa da Mulher Mineira, criada durante o meu governo.

Mulher protegida, com o próprio dinheiro e com o filho numa boa escola é mulher livre para construir a própria vida. Isso eu já fiz em Minas. Agora vou fazer pelo Brasil.

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